domingo, 30 de dezembro de 2012

PS Estremoz - Candidato à Autarquia

Segundo a página do facebook do Jornal Brados do Alentejo "José Alberto Fateixa é o candidato do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Estremoz para as eleições autárquicas de 2013"

Link para facebook Brados do Alentejo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Estremoz - Os deputados municipais não decidiram...

Agora decidiram os dois grupos parlamentares do PSD e do CDS.
Foi aprovado na passada sexta-feira, dia 7 de Dezembro de 2012 na Assembleia da Républica  o Projeto de Lei n.º 320/XII/2.ª que visa a Reorganização Administrativa do Território das Freguesias  com os votos a favor do PSD e CDS e os votos contra do PS, PCP, BE e PEV.
ESTREMOZ perde 4 freguesias, sendo as novas sedes em Santa Maria (freguesias de Santo André e Santa Maria), para as freguesias do Ameixial a sede passa a situar-se em Santa Vitória do Ameixial (Freguesia de São Bento do Ameixial e de Santa Vitória do Ameixial), Santo Estêvão passa a ter a sede em São Bento do Cortiço, e São Bento de Ana  Loura fica com sede em São Lourenço de Mamporcão.
Se pensarmos na votação dos Presidentes de Junta das freguesias do Ameixial, ambos votaram contra a proposta do município deixando nas mãos da unidade técnica a decisão, mas, conhecendo as populações de ambos os lugares creio que irá ser do desagrado dos habitantes de São Bento do Ameixial, terem de deslocar-se a Santa Vitória para tratar dos seus documentos ou até mesmo para exercer o seu dever de cidadão que é votar.
Os políticos locais deveriam ter mais em conta que as assembleias de freguesia devem ser ouvidas e até mesmo as populações.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

LUÍS MOURINHA RECANDIDATA-SE PELO MiETZ

Estremoz - Assembleia Geral do MiETZ
Luís Mourinha será o candidato do MiETZ à presidência da Câmara Municipal de Estremoz, nas eleições autárquicas de 2013.
A decisão foi tomada em Assembleia Geral da Associação Cívica Movimento Independente por Estremoz, que se realizou no passado dia 17 de novembro, com a presença de mais de 40 sócios daquela associação.
A Assembleia Geral fez um balanço do mandato do MiETZ à frente dos destinos da autarquia estremocense, enaltecendo o trabalho dos eleitos do Movimento na câmara e assembleia municipais, bem como nas juntas e assembleias de freguesia, trabalho esse que tem permitido devolver ao Concelho de Estremoz uma maior dinâmica social, cultural, ambiental e económica.
Luís Mourinha foi mandatado pelo MiETZ para formar a equipa que irá candidatar-se às eleições autárquicas de 2013 no Concelho de Estremoz, tendo ficado decidido que seria apresentada candidatura aos órgãos municipais e a todas as freguesias em que o Movimento entenda que existem condições para a formação de listas de cidadãos independentes.
O MiETZ continuará a desenvolver todos os esforços para construir um Concelho mais desenvolvido e com melhores condições de vida para as populações, e agradece a todos os homens e mulheres Estremocenses que continuam a depositar a sua confiança no trabalho do Movimento Independente por Estremoz.
Estremoz, 19 de novembro de 2012

A Direção do MiETZ

domingo, 18 de novembro de 2012

Estremoz - Obra da era MiETZ mete água

Pois é, esta obra do tempo MiETZ está a meter água. Finalmente o são Pedro abriu as torneiras começou a encher a barragem de Veiros. Esta obra estava cheia com 50 anos de promessas e com arranque eleitoralistas para inglês ver, como foi visível há cerca de 3anos, é hoje, ponto romagem para ver as primeiras águas no leito da barragem.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

COMUNICADO PRESIDENTE DO MUNICIPIO DE ESTREMOZ

Sexta-Feira 09 de Novembro de 2012 | 17:53

CONCELHO DE ESTREMOZ PODERÁ FICAR COM APENAS NOVE FREGUESIAS

A Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) já entregou na Assembleia da República a sua proposta de reorganização administrativa do território dos concelhos cujas assembleias municipais não apresentaram a pronúncia sobre a agregação de freguesias prevista na Lei n.º 22/2012, de 30 de maio.

No que ao Concelho de Estremoz diz respeito, a proposta da UTRAT prevê a agregação de oito freguesias: as duas freguesias urbanas de Santa Maria e Santo André, e as freguesias rurais de S. Bento de Ana Loura com S. Lourenço de Mamporcão, Santo Estêvão com São Bento do Cortiço e São Bento do Ameixial com Santa Vitória do Ameixial. O Concelho de Estremoz poderá passar, assim, a ser composto por nove freguesias, ou seja, menos quatro do que atualmente possui.

A Câmara Municipal apresentou uma proposta de reorganização do território concelhio que previa a agregação de apenas duas freguesias (São Bento de Ana Loura e Santo Estêvão), tendo esta proposta sido rejeitada pela Assembleia Municipal, na sessão realizada no passado dia 7 de setembro, com os votos contra de sete deputados do PS, cinco deputados do PSD e quatro deputados da CDU.

A ser aprovada pela Assembleia da República, a proposta da Unidade Técnica vem agora confirmar aquilo que já tínhamos afirmado em anterior comunicado sobre o assunto: a responsabilidade pela eventual extinção/agregação de mais quatro freguesias do que aquelas que tinham sido propostas pela Câmara Municipal é única e exclusivamente dos elementos dos partidos políticos representados na Assembleia Municipal que votaram contra a proposta apresentada pelo executivo e que determinou a sua rejeição.

Com a rejeição da proposta da Câmara, os partidos políticos da oposição permitiram que a Unidade Técnica viesse a agregar as duas freguesias urbanas de Santa Maria e Santo André e ainda as freguesias rurais de São Bento e Santa Vitória do Ameixial, para além daquelas que tinham sido propostas pela Câmara Municipal.

Os partidos políticos da oposição na Assembleia Municipal negligenciaram os pareceres das Assembleias de Freguesia visadas pela proposta da Câmara, enquanto a Unidade Técnica teve esses pareceres em conta para a sua agregação. Com efeito, segundo a proposta da Unidade Técnica, a agregação de São Bento de Ana Loura a São Lourenço de Mamporcão e Santo Estêvão a São Bento do Cortiço tem em conta, para além dos parâmetros definidos na lei, o facto das Assembleias de Freguesia respetivas terem votado e aprovado tal agregação.

Os membros da "Coligação" PS, PSD e CDU na Assembleia Municipal, que votaram contra a proposta da Câmara, são ainda responsáveis pelo facto das freguesias cuja agregação é proposta não beneficiarem de um aumento de 15% das receitas provenientes do Orçamento do Estado, nos termos da Lei n.º 22/2012, o que não se verificaria se tivesse sido aprovada a proposta da Câmara.

Relativamente às restantes freguesias que a UTRAT propõe agregar, nomeadamente as freguesias urbanas de Santa Maria e Santo André, sempre se soube que essa era a vontade dos partidos políticos da oposição, como várias vezes o manifestaram na Câmara e Assembleia municipais. Apesar de reconhecermos toda a legitimidade para a existência de opiniões diferentes daquelas que sempre defendemos, lamentamos que não tenha havido a coragem para apresentar essas propostas e de as submeter a votação e à opinião pública.

Os partidos políticos não podem justificar o seu voto contra invocando apenas o facto de serem contra a extinção de freguesias, demitindo-se da sua responsabilidade no cumprimento da lei em vigor. Há que ser responsável pelas opções tomadas e, em caso de divergência de opiniões, apresentar soluções alternativas.

Igualmente responsáveis neste processo são os presidentes das Juntas de Freguesia de São Bento e Santa Vitória do Ameixial, cujo voto contra a proposta da Câmara Municipal determinou agora que a proposta da UTRAT vise a agregação destas duas freguesias numa só, situação que nunca foi equacionada por este executivo.

Caso a proposta da UTRAT seja aprovada pela Assembleia da República, o que tudo indica, esperamos que os partidos políticos representados na Assembleia Municipal e os presidentes de junta que votaram contra a nossa proposta assumam agora, publicamente e de forma inequívoca, a sua responsabilidade pela agregação de mais freguesias do que aquelas que prevíamos, com todas as consequências que daí advém.

Numa atitude puramente demagógica, os partidos políticos da oposição acusaram este executivo e o Presidente da Câmara de sobranceria política na condução deste processo, mas o que é facto é que fomos os únicos a apresentar propostas e a assumi-las publicamente junto dos Estremocenses.

Estamos de consciência tranquila. O mesmo não se poderá dizer dos grandes responsáveis por esta profunda reforma administrativa do nosso território, proposta pela UTRAT e que certamente se concretizará. Mas, desta vez, não coloquem a culpa na Câmara ou até mesmo no Governo, porque a reforma administrativa do nosso Concelho é da exclusiva responsabilidade dos partidos da oposição na Assembleia Municipal de Estremoz.

Pensamos que os partidos com responsabilidades políticas em Estremoz prestaram um mau serviço ao Concelho e aos cidadãos que representam, sendo certo que os Estremocenses, a seu tempo, os julgarão.


Estremoz, 9 de novembro de 2012


O Presidente da Câmara
Luís Filipe Pereira Mourinha

VER TEXTO ORIGINAL

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Estremoz tem " PAPA " ?

Como poderíamos dizer hoje "habemos PAPA", aqui está o resultado dos 16 votos da Assembleia Municipal repartidos pela CDU, PSD e PS contra a proposta do actual executivo, a não pronuncia, deu o seguinte mapa:


nova reorganização do território de Estremoz
De recordar que na proposta do Município apenas seriam agrupadas as freguesias de São Bento de Ana Loura e Santo Estêvão ambas com população inferior a 150 Habitantes

A resposta que foi enviada para a UTRAT pela Assembleia Municipal foi a seguinte:


Como podemos observar até houve presidentes de junta a  VOTAR do jeito que a UTRAT pretendia no entanto outros fizeram o que as suas freguesias os mandataram e fugiram ao voto politico.

Então temos os seguintes considerandos da UTRAT que passo a transcrever.






E ASSIM FORAM 4 FREGUESIAS UNIFICADAS E PASSAMOS A TER

UNIÃO DAS FREGUESIAS DE ESTREMOZ ( Santa Maria e Santo André)
UNIÃO DAS FREGUESIAS DE AMEIXIAL ( Santa Vitória e São Bento)
UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO LOURENÇO E SÃO BENTO DE ANA LOURA
UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO BENTO DO CORTIÇO E SANTO ESTÊVÃO

As restantes freguesias mantêm-se, agora não podem dizer é que não se tentou por parte do MIETZ influenciar esta decisão, mas os nossos políticos (partidários) da nossa terra decidiram e votaram possivelmente pela extinção e como quem cala consente deram carta branca à UTRAT para fazer o que quisesse, pois, agora quem decidiu foi o governo e sacudimos a agua do capote .

link para os documentos

PROPOSTA            ANEXO 1             ANEXO 2           ANEXO 3

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

Contra o Orçamento e a destruição do Estado Social, SINTAP marca greve para 14 de NOVEMBRO

RESOLUÇÃO DO CONSELHO GERAL
O Conselho Geral do SINTAP, reunido no dia 27 de Outubro na sede nacional, na Rua Damasceno Monteiro, 117, Lisboa, considera que:
O Orçamento de Estado para 2013 apresentado pelo Governo na Assembleia da República pretende impor aos Portugueses uma ultra-austeridade totalmente inaceitável, que exige sacrifícios brutais, agrava a crise económica, provoca um acentuado aumento do desemprego e da pobreza e exclusão e aumenta gravemente a injustiça fiscal e social.
O Governo exigiu grandes sacrifícios em 2012, em especial aos trabalhadores da Administração Pública e, apesar disso, não foi capaz de cumprir os objectivos do défice, face ao falhanço nas receitas provenientes do IVA e do IRC, para o qual contribuiu o aumento da fraude fiscal. As receitas do IRS têm sido superiores ao previsto, aumentando as desigualdades e penalizando sobretudo os trabalhadores e pensionistas.
Para 2013, para atingir os novos objectivos do défice (4.5% do PIB), será necessário diminuir a despesa pública e aumentar a receita em 1.5% do PIB (descida de 6 para 4.5%).
Acresce que, em 2013, o Governo deveria cumprir a decisão do Tribunal Constitucional e retomar o pagamento do 13º e 14º meses aos pensionistas e aos trabalhadores do sector público (Administração Pública e Sector Empresarial do Estado). De forma inaceitável, o Governo apenas propõe pagar-lhes 1,1 pensões e 1,0 salários, o que corresponde a uma verba correspondente a 0.7% do PIB.
O Governo propõe, para os pensionistas e os trabalhadores do sector público e, em especial, da Administração Pública, um conjunto de medidas profundamente penalizadoras, sem quaisquer preocupações com a melhoria do funcionamento da Administração, mas antes com uma sanha persecutória totalmente incompreensível e inaceitável, nomeadamente:
- a manutenção do congelamento de todos os salários e das pensões, com excepção das pensões mínimas, cujo valor mais elevado é de 254 euros;
- a redução das pensões superiores a 1350 euros, de 3.5 a 10%;
- a redução do valor futuro das pensões, contra a harmonização com o sector privado que o Governo apregoa;
- o congelamento das progressões;
- a não renovação dos contratos a prazo, colocando no desemprego milhares de trabalhadores;
- a redução para metade do valor das horas extraordinárias para os trabalhadores cujo horário é de 35 horas semanais;
- o não cumprimento da decisão do Tribunal Constitucional de devolução do 13º e 14º meses a trabalhadores e pensionistas.
O SINTAP recusa as medidas de ultra-austeridade constantes do Orçamento de Estado e exige:
- o respeito pelos trabalhadores e pelo Serviço Público;
- uma maior justiça fiscal, com redução significativa do aumento do IRS e maior aumento da carga fiscal sobre as empresas e os detentores do capital e dos meios de riqueza;
- o reforço do combate à fraude e à fuga fiscal, em particular na área do IVA e o combate às ilegalidades nas importações;
- a anulação do prazo das prescrições das dívidas fiscais, nos prazos seguintes à decisão dos tribunais fiscais de 1ª Instância;
- uma taxa sobre as operações financeiras especulativas que gere efectivas receitas;
- a revisão das medidas para a Administração Pública, quer as de carácter persecutivo, quer as que penalizam a melhoria de funcionamento da Administração Pública, quer as que vão ao arrepio da equidade exigida na decisão do tribunal Constitucional;
- a revisão das medidas de Crescimento e Emprego;
- o pagamento mensal do 13º e 14º mês para todos os trabalhadores em 2013;
- o cumprimento do acordo de convergência da CGA e a Segurança Social;
- a fiscalização prévia da Constitucionalidade do OE 2013.
Assim, o Conselho Geral do SINTAP, porque os trabalhadores da Administração Pública Central, Local e Regional são os mais penalizados e aqueles a quem mais são exigidos sacrifícios, e indo ao encontro da decisão da UGT e do Comité Executivo da Confederação Europeia de Sindicatos (CES) que decidiram promover um dia de Acção e Solidariedade para um Contrato Social na Europa e contra o desmantelamento sucessivo do Modelo Social Europeu resolve emitir um pré-aviso de greve pelos motivos que afectam os trabalhadores da Administração Pública para o dia 14 de Novembro de 2012.
Aprovado por unanimidade e aclamação


PARA LER A RESOLUÇÃO DO CONSELHO GERAL
http://www.sintap.pt/downloads/up845.pdf

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Sintap


 

Quando será

Que caí uma bomba no edificio do ministerio das finanças a ver se acaba com o Gaspar e toda a canalha que nos anda a gamar, raios o partam, ainda não chega o que nos está a roubar todos os dias com impostos e mais impostos e alterações às regras senão, agora depois de nos aumetar os descontos para a CGD ( caixa como se diz cá por fora) vem roubar mais 3 dias por baixa e 10 % do salarios.
Se esta diarreia que anda para os lados de Belem, São Bento e restantes avenidas de lisboa onde se inatalou uma caganeira cor de laranja, acabamos ou por andar à porrada ou a fazer um assalto conjumto como se faz à boa moda americana em que um bairro ou determinada zona da cidade é assaltada a eito por uma população em furia.
Era bom parar para pensar, o que estão a fazer dá cabo da paciencia ao mais pachorrento dos Portugueses.
 http://economia.publico.pt/Noticia/funcionarios-publicos-perdem-subsidio-nos-tres-primeiros-dias-de-faltas-por-doenca-1566630

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Austeridade

Resolução do Secretariado Nacional da UGT


1. UMA AUSTERIDADE BRUTAL QUE AGRAVA A CRISE
As medidas ontem anunciadas pelo Ministro das finanças conduzem a um agravamento brutal da carga fiscal, muito para além do que o próprio Governo vinha anunciando, e tem como consequência um maior empobrecimento dos portugueses, o aumento das desigualdades e o agravamento da crise económica, que conduz a mais desemprego.
A UGT denuncia a gigantesca manipulação da opinião pública por parte do Governo, apoiado por outras forças de que estas medidas resultam da não aplicação da TSU ou da decisão do Tribunal Constitucional.
Estamos a ser confrontados com um brutal pacote de austeridade.
A queda da TSU fez com que não estejamos ainda a ser confrontados com mais um segundo pacote de austeridade.
Este brutal pacote de austeridade em mais de 80% é originado pelo combate ao défice e centra-se no aumento de impostos sobretudo por via IRS. Os portugueses pagarão em 2013 um IRS em média 35% superior ao de 2012, o que afectará profundamente os rendimentos de trabalho e das pensões, ou seja assistimos ao maior aumento de IRS da nossa história!
Após a derrota da política de redução dos salários por via do aumento da TSU, solução inaceitável incluindo sob o ponto de vista moral, esperava-se que a partir de 1 de Janeiro se retomasse o pagamento do 13º e 14º meses aos pensionistas e aos trabalhadores do sector público, com consequentes medidas de maior equidade social e fiscal.
Nada disto acontece. O 13º e 14º meses apenas em parte são devolvidos e o agravamento fiscal agora anunciado só em menos de 20% tem a ver com este facto.
A UGT manifesta também a sua profunda preocupação pelos cortes na despesa previstos para as prestações sociais, que agravarão a pobreza e exclusão.
Os cortes na despesa e sobretudo os aumentos da receita tem um impacto orçamental da ordem dos 7000 milhões de euros, cerca do dobro do anunciado há poucos dias pelo Primeiro Ministro.
É uma inaceitável superausteridade originada pelo grande falhanço do Governo no combate ao défice em 2012, com um grande desvio nas receitas do IVA e dos impostos sobre as empresas e o capital. O Governo acaba por exigir sacrifícios sempre aos mesmos: trabalhadores e pensionistas. A tímida correcção das previsões relativas ao desemprego nada tem a ver com a TSU, mas sim com a subavaliação da recessão económica e com as anteriores previsões irrealistas do desemprego, que a UGT prevê que chegará a mais de 17% em dezembro e que continuará a subir em 2013.
O combate ao desemprego exigirá preocupações com o crescimento económico, que estão totalmente ausentes das medidas anunciadas.
O Governo mostra-se totalmente incapaz de afectar recursos à dinamização do investimento privado e a políticas viradas para o crescimento e o emprego.
O aumento do IRS de 2013 e consequente aumento das deduções a partir de 1/1/2013 vai ter um enorme impacto no poder de compra de todos os portugueses e consequentemente no consumo privado, contribuindo para o agravamento da crise e aumento do desemprego.
É urgente repensar as soluções e encontrar novos caminhos. O Governo deve ter a humildade democrática de os discutir no quadro do diálogo político, do diálogo social e da participação dos cidadãos.
A UGT na CPCS e no quadro de discussão do OE na Assembleia da República bater-se-à contra este brutal agravamento da carga fiscal e por políticas de Crescimento, Competitividade e Emprego.
Para a UGT é fundamental:
- Rediscutir os objectivos de redução do défice, nomeadamente tendo em conta o que se passa com a vizinha Espanha; - Aliviar o brutal aumento da carga fiscal que incide sobre o IRS; - Discutir o impacto social dos cortes na despesa; - Introduzir medidas que reduzam o impacto negativo sobre o crescimento e o emprego; - Ponderar neste período o pagamento do 13º e 14º meses de todos os trabalhadores ao longo dos 12 meses de maneira a reduzir o impacto negativo do aumento das deduções de IRS a partir de Janeiro de 2013; - Pagar ao longo dos doze meses o 13º e/ou 14º meses remanescentes dos pensionistas e trabalhadores do sector público de modo a não haver redução da pensão e do salário líquidos. 2. CONTRA O DESEMPREGO E O EMPOBRECIMENTO PROMOVER A UNIDADE NA ACÇÃO A luta contra o aumento da TSU dos trabalhadores mobilizou os portugueses, o que junto com a rejeição generalizada dos parceiros sociais obrigou o Governo a recuar.
Para tal foi também particularmente relevante o reconhecimento do papel importante do diálogo social no combate à crise e na promoção da coesão económica e social.
A UGT realizou em 26 de Setembro de 2012, por todo o País, vinte Plenários de Sindicatos que mobilizaram trabalhadores de todos os sectores de actividade e mostraram a unidade dos Sindicatos e a sua determinação na defesa do emprego, do trabalho digno, de salários justos e contra a pobreza que atinge mais de 2 milhões de portugueses.
A situação na União Europeia no seu conjunto e a situação de crises que alastram na Europa, atingindo grandes países como a Espanha e Itália reforçam o papel da Confederação Europeia de Sindicatos e a necessidade de diálogo entre as Centrais Sindicais filiadas.
Neste quadro a UGT decide:
 Reafirmar a defesa da unidade na acção a nível de empresa, sectorial e nacional, valorizando o diálogo com as restantes Centrais Sindicais da Confederação Europeia de Sindicatos, particularmente a nível ibérico;
 Rejeitar acções divisionistas e sectárias como as que levaram a CGTP a, sem qualquer diálogo, convocar uma greve geral;
 Manifestar o seu empenhamento no diálogo social tripartido e na negociação colectiva, na procura de compromissos que facilitem a ultrapassagem da crise;
 Decidir a realização de uma manifestação de dirigentes e activistas sindicais no próximo dia 26 de Outubro.
3. SAUDAÇÃO AO 5 DE OUTUBRO A UGT saúda o 5 de Outubro, dia da República, reafirmando que continuará a defender que este dia volte rapidamente a ser feriado nacional.
Lisboa, 4 de Outubro de 2012
Aprovada com 1 Voto contra e 2 Abstenções

sábado, 29 de setembro de 2012

AI TONHO, TONHO

http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO048468.html?page=0
Dinheiro Vivo
Com que então os empresários são incompetentes, os empresários Portugueses não o querem sequer nos seus quadros, a sua empresa agrícola la´ para os lados de Alter do Chão, deve ser bem gerida e os seus trabalhadores devem pagar os 9 % de TSU pois na agricultura e´ assim so´ que estes trabalhadores se forem despedidos não recebem subsidio de desemprego e o social e´ um problema para o conseguirem receber, poderia este senhor que ate tem interesses no sector ser mais amigo dos seus trabalhadores agrícolas e, ventilar junto do primeiro ministro que essa taxa sim deveria passar para 11 % para que os trabalhadores agrícolas tivessem os mesmos direitos que os trabalhadores dos outros subsectores de trabalho em Portugal.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Em que fiquemos?

Com um coelho destes este ano ficamos sem caça.
Passos Coelho demonstrou hoje ser insensível, que parece viver no nosso satélite artificial como se dizia antigamente na LUA.
Quando estivermos no fundo do poço devemos ter outro Durão que foge para a Europa e cá ficamos a penar neste quintal `a beira mar plantado.
Somos roubados pelo governo que aplica aos funcionários públicos uma taxa linda para a CGA de 18% mais 1,5% para a ADSE e, como se não bastasse, com a redistribuiçao do benemérito subsidio por 12 meses, com um aumento nos escalões do IRS. O melhor disto tudo e´ que, enquanto descontamos para as reformas dos políticos que com 16 anos de assembleia são reformados e, se formos colocados no olho da rua nem o subsidio de desemprego temos. Ai´, so´ nos resta uma alternativa, mudarmos de hábitos e irmos viver para um qualquer resort com agua e luz de borla enquanto isso mudarmos a profissão para uma qualquer que seja de vida fácil e de fácil acesso ao rendimento minimo .

foto do blogue Amo-te Luso

A falta de vergonha deste desgoverno

Os Subsídios de Férias e de Natal passaram a chamar-se  "ABONO SUPLEMENTAR" para poderem ser atribuídos aos protegidos do sistema senao vejamos o documento :

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

COLIGAÇÃO NEGATIVA ENTRE CDU, PS E PSD NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL PODE LEVAR À EXTINÇÃO/AGREGAÇÃO DE SEIS FREGUESIAS NO CONCELHO DE ESTREMOZ

De uma forma incompreensível, a Assembleia Municipal de Estremoz rejeitou a proposta de agregação de freguesias apresentada pela Câmara Municipal de Estremoz, através dos votos contra dos deputados municipais do PS, PSD e CDU, na sessão ordinária daquele órgão deliberativo que decorreu no passado dia 7 de setembro. A proposta apresentada pela Câmara Municipal era a mais minimalista e a que menores danos causaria às populações do nosso Concelho, pois previa a agregação de apenas duas freguesias, Santo Estêvão e São Bento de Ana Loura, ou seja, aquelas que, nos termos da lei e por possuírem menos de 150 habitantes, terão obrigatoriamente de ser agregadas a outras. A posição dos deputados municipais do PS, PSD e CDU coloca agora nas mãos da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa Territorial Autárquica, a decisão acerca do futuro das freguesias do Concelho de Estremoz, o que se poderá vir a traduzir na redução de cerca de metade das freguesias atualmente existentes. Com efeito, poderá ter como consequências, para além da agregação das duas freguesias atrás referidas, a obrigatoriedade de agregação das freguesias de Santo André e de Santa Maria, na sede do concelho, e a eventual agregação de Santa Vitória do Ameixial, S. Bento do Ameixial e S. Domingos de Ana Loura, estas últimas por possuírem menos de 500 habitantes. É com estranheza que a Câmara Municipal de Estremoz assistiu a esta rejeição da sua proposta por aqueles que, tendo sido eleitos pelas populações como seus representantes, preferem não assumir as suas responsabilidades, “sacudindo a água do capote” e remetendo para uma Unidade Técnica, totalmente desconhecedora das realidades do território e das necessidades das populações, um assunto que deveria ser resolvido a nível local. A atitude dos partidos políticos locais negligenciou completamente as determinações impostas por lei e os pareceres das assembleias de freguesia do Concelho de Estremoz, em especial os das freguesias visadas pela proposta e que, de forma unânime, se manifestaram favoravelmente à agregação. Os partidos políticos desrespeitaram as assembleias de freguesia, os eleitos locais e, acima de tudo, as populações que representam. Acusaram a Câmara Municipal de não terem sido ouvidos durante o processo, mas foram eles que não quiseram ouvir a voz das populações que deviam representar. Estranhamos que o PSD local tenha votado contra a proposta da Câmara Municipal, quando foi o próprio PSD que aprovou e fez entrar em vigor o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica e obrigou à agregação de freguesias. Daqui apenas podemos concluir que existe um PSD a nível nacional e um PSD de Estremoz que, sem apresentar qualquer proposta alternativa, vota contra a aplicação de uma lei criada pelo Governo Social Democrata. Trata-se de uma atitude lamentável, pois o PSD e o PS são os únicos responsáveis pela extinção de freguesias, já que este problema foi criado por eles. Com efeito, foi o PS que negociou e o PSD que assinou o memorando com a troika, o qual já previa a extinção de freguesias. Estes partidos políticos criaram o problema e agora, a nível local, não querem fazer parte de qualquer solução ou assumir qualquer responsabilidade. Da mesma forma estranhamos que os Presidentes das Juntas de Freguesia de S. Bento do Ameixial (PSD) e de Santa Vitória do Ameixial (CDU), duas das freguesias em risco de extinção, tenham votado contra a proposta da Câmara Municipal, sem apresentar qualquer explicação acerca da sua posição. Eventualmente preferirão que a Unidade Técnica venha agora extinguir as Freguesias para as quais foram eleitos, indo contra os interesses das populações que os elegeram, apesar de por diversas vezes terem sido alertados pela Câmara Municipal para as consequências da rejeição da proposta de reorganização autárquica. Por outro lado, não se compreende a atitude irresponsável do Presidente da Junta de São Bento do Cortiço (CDU), que faltou à sessão da Assembleia Municipal e não se fez representar, tendo sido incapaz de ir contra as orientações político-partidárias e de defender o parecer favorável da Assembleia de Freguesia de São Bento do Cortiço, eleita para representar os interesses da população daquela freguesia. Igualmente a abstenção do Presidente da Junta de Freguesia de São Domingos de Ana Loura (PS) poderá vir a colocar em causa a continuidade desta freguesia, uma vez que também ela possui menos de 500 habitantes. Nesta votação é de louvar a atitude do Presidente da Junta de Freguesia de São Lourenço de Mamporcão (PS), o único que foi capaz de enfrentar a pressão do partido político pelo qual foi eleito e que, com responsabilidade, defendeu e assumiu a posição da sua Assembleia de Freguesia, que emitiu parecer favorável à proposta da Câmara Municipal. Posto isto e ainda que discordemos em absoluto com a deliberação da Assembleia Municipal de Estremoz, dir-se-ia que se cumpriu a primeira parte da democracia. As forças políticas representadas naquele órgão deliberativo analisaram a proposta da Câmara Municipal, votaram-na e tomaram, por maioria, a decisão que entenderam mais ajustada – rejeitaram a proposta que menos penalizava as freguesias e os Estremocenses. Falta agora saber se será cumprida a segunda parte dessa mesma democracia por parte das mesmas forças políticas. É que nos regimes democráticos sérios, as decisões políticas têm que andar de braço dado com a responsabilização das consequências que delas advém. Espera-se, pois, que tais eleitos locais, bem como os partidos políticos em que se sustentam, assumam agora as suas responsabilidades, tendo a dignidade e a honestidade política de se retratar perante os Estremocenses, designadamente perante aqueles que vierem a ser mais penalizados com a decisão em causa. Quanto a nós, a maioria dos elementos do executivo municipal e os deputados da Assembleia Municipal de Estremoz que votaram favoravelmente a proposta, saberemos assumir, como sempre soubemos, os nossos compromissos e saberemos também identificar os rostos daqueles que tão mau serviço prestaram à população que os elegeu. Estremoz, 10 de setembro de 2012 O Presidente da Câmara Luís Filipe Pereira Mourinha


Sintap

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ser dador de medula pode salvar uma vida.

Eu não posso dar mas por solidariedade divulgo o apelo deste meu conterraneo e deixo mais a seguinte informação do PORTAL da SAUDE "Se tem entre 18 e 45 anos, 50 kg de peso (no mínimo), não é portador de doenças crónicas ou autoimunes e não recebeu uma transfusão de sangue desde 1980 e gostava de ser dador voluntário de medula, informe-se, junto do centro de dadores (Centros de Histocompatibilidade do Sul, do Centro e do Norte) da sua região, qual o hospital ou centro de saúde onde se pode dirigir."



Sou o JOAQUIM MARIA BATISTA ROSADO, residente em Estremoz, em 2011 foi-me diagnosticado uma Leucemia Linfoblastica Aguda "T" . Desde então estou a ser acompanhado por uma equipa de hematologia no Hospital dos Capuchos.


Trata-se de uma doença de elevado risco que me obriga a inumeros tratamentos de quimioterapia.


Atualmente foi iniciado o processo de pesquisa de um dador de medula compativel, no entanto todos sabemos que se trata de um processo moroso em que a possibilidade de compatibilidade é reduzida.


...No sentido de aumentar rapidamente a possibilidade de cura desta minha doença, conto com a tua colaboração : TORNA-TE DADOR E SENSIBILIZA OS TEUS AMIGOS .


O teste é bastante facil, traduzindo-se numa simples colheita de sangue ( tipo analises).


Nota:Podes tambem indicar o nome e contato de interessados, pois em localidades em que não exista locais de colheita é possivel solicitar uma brigada para recolha ( + de 150 interessados)

Nos Casais de Santa Maria

Será que alguém reparou que este sinal pode provocar um choque frontal na rua seguinte? Sendo esta rua saída de uma rua de sentido único é provável que um dia por aqui haja um acidente. O sinal perdeu a cor vermelha logo é uma chapa redonda branca.


Como são 10 o governo decidiu por 10...

O Governo da Republica sem escrúpulos, fez aprovar há alguns dias um retrocesso quase milenar em termos de direitos, liberdade e garantias, estando neste momento pela forma como fez o texto, a entrar em guerra aberta com a Santa Sé.

Se 10 são os mandamentos da lei de Deus, São Coelho ditou os novos 10 Ordenamentos do código do trabalho.

Ordenamento nº 1  - FÉRIAS - Estão a ter férias demais vamos retirar os 3 dias de bónus por ter tido assiduidade portanto em vez de 25 dias passa para 22 em 2013.

Ordenamento nº 2 - FERIADOS - Porque andam a abusar nos dias de descanso e ainda por cima fazem pontes vamos lá acabar com 4 feriados  ficou estabelecido que deixam de ser considerados feriados o Corpo de Deus (móvel), 5 de outubro (implantação da República), 1 de novembro (religioso) e 1 de dezembro (Restauração). Claro que isto só em 2013 por agora aproveitem.

Ordenamento nº 3 -. HORAS EXTRAORDINÁRIAS - Como há que igualar agora os privados ao publico assoem.se lá com esta,  a partir de agora, o trabalho prestado em regime de horas extraordinárias ou em dia feriado é pago pela metade, o trabalho prestado em feriados dará direito a um acréscimo de 50% da retribuição correspondente ou a descanso compensatório com duração de metade das horas de trabalho prestado, ficando a escolha ao critério do empregador. E os patrões já podem aplicar esta inovação a 15 de agosto, e suspender durante dois anos os ACTs que prevejam pagamentos superiores.

Ordenamento nº 4 - FALTAS - E acabou-se a balda de fazer pontes meus amigos agora é assim, o pecado é punido assim,  as faltas nos dias que antecedem ou precedem um feriado ou fim de semana podem implicar a perda de retribuição não apenas desse dia, mas de todo o período – podendo chegar aos quatro dias de salário. Não esquecer que não ter falta já não dá bónus em ferias em 2013.

Ordenamento nº 5 - PONTES - Claro está, se o patrão quiser a ponte pode ser feita sem perdas. Então é assim, o teu dono visto que passaste a escravo, decide que tens direito a passar 4 dias com a famila e então ordena que, na ponte x podes ir passear só tem um senão. tem de dizer ate dia 15 de Dezembro do ano anterior quando o querem fazer.
E como o patrão até não é mau rapaz, ainda pode parar a firma durante 5 dias consecutivos pelo natal. 

Ordenamento nº 6 - BANCO FALIDO - Se assim se pode chamar, pois este banco não tem dinheiro mas sim horas, com os ordenados que temos é uma maravilha trabalhar para aquecer desta ainda os funcionários públicos se safaram mas não deve de ser por muito tempo. então as regras são assim:
A negociação anterior era colectiva agora é individual ( sabe tão bem dividir para reinar) não pode exceder as 150 horas anuais e, quando o patrão necessita tens de fazer apenas mais 2 horas diárias, depois dele te ordenar se não disseres nada nos 14 dias seguintes. tens de mamar o pato e assim que 75 % dos teus companheiros de trabalho aceitarem, estás tramado. tens das mamar e esquecer que há horas extras pagas.

Ordenamento nº 7 - COMPENSAÇÕES - Cuidado com esta pensam que eles vão dar algo a alguém? Estão enganados, esta serve para ensinar como reduzir o valor da idminização a pagar quando já não necessitam do escravo bem, esta vou meter mesmo o texto senão dá barafunda,
" Os contratos celebrados depois de 1 de novembro de 2011 terão direito a uma indemnização equivalente a 20 dias de salário base por cada ano de antiguidade até um máximo de 12 retribuições ou 240 salários mínimos (116.400 euros). Este sistema vai, no entanto sofrer novas alterações estando previsto, para novembro de 2012, a entrada em vigor de uma fórmula que passará a ter em conta um valor equivalente entre oito a 12 de dias por cada ano de contrato. Os contratos assinados antes de 1 de novembro de 2011, mantêm os direitos adquiridos (com a compensação calculada em 30 dias por cada ano de trabalho), mas não acumulam mais anos, se em novembro próximo já excederem os limites (12 meses ou 240 SMN) agora em vigor. "

Ordenamento nº 8  - INSPECÇÕES DE TRABALHO - As empresas ficam com menos obrigação de declarar à Autoridade para as Condições de Trabalho determinadas situações entre elas, o mapa de horário de trabalho e o acordo de isençoês de horário, o trabalho em casa também deixa de ser comunicado.

Ordenamento nº 9 - DESPEDIMENTO POR INADAPTAÇÃO - Agora já não é necessário trocara a maquina para uma XPTO, pois, pode ser despedido à mesma sem que as alterações de tecnologia se efectuem e, se não cumprir os objectivos mesmo que inatingiveis está inadaptado à função e mais que não seja vai ate ao centro de emprego se, o patrão tiver pago a caixa.

Ordenamento nº 10 - ANTIGUIDADE - Se pensam que a antiguidade é um posto isso foi chão que já deu uvas, agora dá outras coisas tais como, prioridade em ir para a rua. Ser colocado noutro serviço já era agora conheçe a porta por onde entrou uma vida para sair e não voltar mais.

Como se diz Abençoado São Coelho que já nos meteste até ao joelho.

Os ordenamentos acima são baseados no que saiu no novo código de trabalho para as empresas privadas, algumas das medidas já ,existiam na função publica, agora na função publica esperamos ansiosamente que nos coloquem o resto do joelho como fizeram ao sector privado.


O texto acima foi baseado no dinheiro vivo da

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Preço do pão sobe 15% em Setembro

Para o próximo mês vamos ter mais um pequeno aumento na carteira claro que estou da quantidade de ar que fica na mesma depois de pagar o pão pois as moedinhas para pagar serão mais. Onde irá isto parar? Com a perda real nos salários na ultima década em que se perderam cerca de 200 Euros num ordenado de 700 Euros, como nos dois últimos anos em que tanto subsidio de ferias e Natal estiveram a saque e, com continuidade com um saque previsto de 7,1% para 2013 mas aí é imposto ainda pode haver retorno e não roubo, como em 2012. O trabalho cada vez está a ser mais mal pago e, as violações à legislação em termos de direitos no trabalho onde, os direitos afinal só existem aqueles que alguém quer, agora os deveres. esses sim aumentaram e de borla, basta olhar para o novo código de trabalho, uma coisa é certa, este é para os privados que acabaram por ficar iguais aos públicos, pois este é o País que temos e acho que qualquer dia temos de chamar o Oliveira e não é o da sportv. Agora por isso estou-me a lixar para o acordo ortográfico

Montagem do fogo de artificio da festa Avante 2012

Deixo-vos aqui como será o fogo de artificio na festa do AVANTE.

domingo, 19 de agosto de 2012

De manta rota, lá foi outra vez ao ... ao pessoal

Sobretaxa de 7,1% ameaça salários segundo o jornal Correio da Manhã "O Governo está a ponderar a criação de uma nova sobretaxa, em sede de IRS, para 2013 sobre o subsídio de Natal de todos os portugueses, em resposta à decisão de inconstitucionalidade pelo Tribunal Constitucional (TC) sobre os cortes do 13º e do 14º mês apenas ao sector público." Para ler no CM clique aqui
foto de www.coiso.net