Hoje um adjectivo uniforme

1. muito poderoso
2. muito influente
3. autoritário; despótico

Qual será a palavra?

Estremoz em debate - Pensamento do dia


"É o sentimento que caracteriza a falta de humildade. É comum conotar a pessoa que apresenta este sentimento como alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo de que não saiba ou sentir-se ao mesmo nível do seu próximo. São sinônimos, o orgulho excessivo, a soberba, a altivez, o excesso de vaidade pelo próprio saber ou o sucesso."

In Wikipédia

Estremoz em debate - Apenas eu

Alguns interrogaram-me sobre este meu silêncio, outros se estava a sofrer pressões, enfim, uma série de questões sobre esta minha pequena pausa em que fui dando alguma musica ao pessoal, para alem de uma pequena dedicatória aos meus familiares.

Bem passo a explicar esta pausa.
Todos temos os nossos melhores e os piores momentos da vida e, muitas vezes temos de optar em termos de escolha e também chega o momento de dizer não e esse não muitas das vezes tem um sentido que só nós mesmo, entendemos.
Disse não a muitas situações e disse sim a outras, o manter o blogue é uma delas embora o esteja a repensar, pois, tem estado um pouco caro para as minhas possibilidades financeiras.
Existe quem não perceba que dar a cara numa publicação deste tipo e visível por todo o mundo, é sinonimo de retaliações no mínimo caricatas num País democrático. Depois falamos do Irão e da sua falta de liberdade de manifestação, por isso é que me estou a lembrar dos secos e molhados da PSP ou dos Sargentos da Armada presos ( mais bonito detidos) por se manifestarem, somos um País com democracia e liberdade de manifestação.
Dou razão e apoio a existência de blogues anónimos, que, embora não tenham a coragem ou o interesse em dar o nome, vão dizendo verdades a rir, o que não podem fazer os que dão a cara.
A democracia em Portugal está cada vez mais privatizada, lembrando o significado de Demo - Poder, Cracia - Povo, cada vez mais podemos dizer que este povo desacreditou dos políticos Portugueses e assim vemos a nossa democracia com índices de abstenção na casa dos 65% ao contrario de Países anti democráticos como o Irão, com 80 % de votantes e depois as eleições não são democráticas! Mas, pelo menos votam e expressam a sua opinião.
Em Portugal, um País livre e democrático, a liberdade de expressão vai sendo um bem escasso.
Vou procurar de alguma forma alhear-me de escrever sobre Estremoz, quando o julgue conveniente, escreverei.
Embora sendo a minha terra natal e onde vivo.
Agora fico por aqui.


Volta hoje a ser emitido o programa "À volta do Rossio" pelas 15 horas com a entrevista ao candidato ao Município de Estremoz pela CDU - Dr Jorge Pinto, o programa será repetido pelas 22 horas.

Uma homenagem às origens

Uma homenagem às minhas origens paternas, à minha tia e aos meus primos maternos.

"Ainda sinto os pés no terreiro
Que os meus avós bailavam o pézinho
É que nas veias corre-me basalto negro
E na lembrança vulcões e terramotos
-
Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra
-
Se no falar trago a dolência das ondas
O olhar é a doçura das lagoas
É que trago a ternura das hortênsias
E no coração a ardência das caldeiras
-

Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra
-

Trago o roxo a saudade esta amargura
E só o vento me ecoa na lonjura
Mas trago o mar imenso no meu peito
E tanto verde a indicar- me a esperança
-
Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra

-

É que nas veias corre-me basalto negro
No coração a ardência das caldeiras
O mar imenso me enche a alma
E tenho verde, tanto verde a indicar-me a esperança
-

Por isso é que eu sou das ilhas de bruma
Onde as gaivotas vão beijar a terra"

Letra de Manuel Medeiros Ferreira

Obama e a mosca

Ora aí está uma forma de fugir ao essencial e às questões de fundo e poderíamos dizer que o relevante na entrevista foi mesmo o assassinato da mosca ao vivo. Uma boa forma dos nossos políticos aprenderem como fugir às questões se bem que, arranjem outras formas de se distrair e nos distrair do essencial.